• 20.04.15

    CONF_IMP_2015

    Após uma interrupção prolongada que permitiu requalificar o complexo termal de Chaves, renasce agora um renovado equipamento termal com novas ofertas no âmbito do termalismo terapêutico e um conceito de bem-estar termal diferenciado.

    Chaves – Termas & SPA abre as suas portas neste sábado, dia 28 de março, para a época termal de 2015, com votos de bem receber todos os termalistas, cuidar da sua saúde e promover momentos de relaxamento e bem-estar.

    Será agora possível que os termalistas iniciem a sua cura termal, beneficiando de uma redução de 50% sobre o valor da inscrição e com preços de época baixa até ao dia 14 de maio, de acordo com a tabela em vigor que mantêm inalterados os preços anteriormente praticados.

    Numa ótica de promoção e manutenção de saúde física e psíquica encontrará programas de bem-estar termal e novas práticas associadas, das quais poderá beneficiar com um desconto de 50% sobre os preços praticados.

    Dia 24 de março, em conferência de imprensa no complexo termal, o Presidente da Câmara Municipal de Chaves, António Cabeleira, destacou a importância das remodelações do balneário, que, conjugadas com as propriedades da água, farão do complexo o “melhor balneário do país”.

    O esforço financeiro realizado pela autarquia permitiu a remodelação total das estruturas elétricas e mecânicas do complexo, que reabre agora renovado, requalificado e com uma nova valência ligada à reabilitação, quer em meio aquático, quer em ginásio, dispondo de novos equipamentos.

    O custo total da obra ronda os 3, 1 milhões de euros (já com IVA), tendo sido comparticipada em 80% por fundos comunitários. Este é um dos muitos projetos que fazem parte de uma estratégia desenvolvida pelo Município e Empresa Municipal, com vista a dinamizar as potencialidades termais da região. Entre elas, será criada uma linha de cosméticos sob a marca “Chaves – Termas & SPA” e ainda um Plano de Investigação das águas na saúde, com a construção do Balneário Pedagógico de Investigação de Vidago, iniciativas que pretendem potenciar a criação de emprego na região.

    O Presidente da Câmara não quis deixar de mencionar o impacto visível que o Balneário de Chaves apresenta no contexto nacional, referindo, a título de exemplo, a publicação da estatística anual das Termas de Portugal, através da qual se verificou que a frequência de aquistas em 2014 caiu, facto que se deve ao encerramento do complexo termal de Chaves.

    O Presidente do Conselho de Administração da Empresa Municipal “GEMC, EM-SA”, que gere as Termas, Paulo Alves, realçou o “investimento estruturante” da obra, que permitiu fazer uma separação do setor de bem-estar termal e do setor de cura termal, possibilitando assim a abertura do complexo todo o ano.

  • 20.04.15

    As Termas de Chaves reabriram no passado dia 28 de março com um espaço mais amplo, com novas ofertas ao nível dos tratamentos de cura, mas é sobretudo ao nível dos programas de relaxamento e bem-estar que as modificações são mais notórias. Zonas de relaxamento, sauna, banho turco, massagens geotermais, anti-celulite e linfodrenante, ginásio e thermal kids são algumas das opções que os visitantes também poderão usufruir no novo espaço termal, agora designado por Chaves – Termas&Spa.

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    Paulo Alves – Presidente do Conselho de Administração da Empresa Municipal GEMC, EM-SA

    Atrair cada vez mais turistas à cidade é um dos objetivos, mas o presidente do conselho de administração da Empresa Municipal “GEMC, EM-SA”, gestora do equipamento, quer sobretudo que os flavienses disfrutem e usufruam do local.
    Voz de Chaves (V.C.): Quais é que foram as principais obras de remodelação nas Termas de Chaves?
    Paulo Alves (P.A.): As obras de remodelação foram fruto de um processo necessário para a renovação de alas do balneário termal que justificavam uma intervenção profunda nomeadamente ao nível das piscinas, salas de Inaloterapia, e de um espaço com identidade própria para o desenvolvimento do bem-estar termal.
    Este investimento permitiu, ainda, renovar integralmente as redes elétrica e AVAC (aquecimento, ventilação e ar condicionado) que careciam de uma remodelação integral em todo o balneário.
    Com o projeto AQUAE – centro de competências em turismo, termalismo, saúde e bem-estar criou-se também um laboratório de topo que permitirá continuar a realizar o controlo de parâmetros físico-químicos das nossas águas termais, permitindo também alargar horizontes, através da possibilidade de abertura a novos projetos com universidades que pretendam desenvolver investigação sobre o potencial da água termal de Chaves e de futuro, inclusive, comercializar serviços que possam vir a ser prestados.
    V.C.: Qual o investimento nas obras de requalificação e ampliação no equipamento?
    P.A.: Esta obra foi financiada por fundos comunitários a 85%, com um Investimento elegível de 3.5 milhões de Euros.
    V.C.: Ao nível dos tratamentos de cura há novos programas?
    P.A.: A requalificação das Termas de Chaves permitiu o desenvolvimento de novos espaços, no âmbito da cura termal, referindo a título de exemplo a área da reabilitação que será potenciada através de novos serviços na área da fisiatria, contando com um ginásio de apoio totalmente equipado, novos equipamentos instalados nas duas piscinas principais – Aquagym – que permitem desenvolver exercícios na água, com utilização possível tanto para a recuperação de patologias como para alcançar o bem-estar físico.
    V.C.: Já ao nível dos tratamentos de relaxamento e bem-estar, o que é que as pessoas podem encontrar?
    P.A.: A grande novidade encontra-se no espaço dedicado ao bem-estar termal no qual para além da zona de relaxamento criada num espaço voltado para o bosque, encontramos o Flutuário, as cabines de sauna e banho turco, a zona de massagens, tendo-se aqui alargado substancialmente a oferta disponível, indo ao encontro das atuais tendências de mercado no setor turístico-termal. Ao nível da oferta disponibilizada de massagens é possível agora usufruir-se de massagens geotermal, anti-celulite e linfodrenante e a thermal kids especialmente dirigida aos mais novos.
    A área de Spa conta ainda com um ginásio totalmente equipado e a possibilidade de se realizar manutenção física dentro das piscinas, através do recurso aos aparelhos de Aquagym.
    Todos os tratamentos disponibilizados nas Termas de Chaves utilizam em exclusivo a água termal, com propriedades únicas e que permitem alcançar o relaxamento, purificar, desintoxicar e revitalizar, restabelecendo o tão desejado equilíbrio físico e psíquico.
    V.C.: Existe, inclusive, uma campanha promocional com 50 por cento de desconto em todos os tratamentos…. Que programas estão inseridos nessa campanha?
    P.A.: A campanha promocional, em vigor até 14 de maio, assenta na atribuição de um desconto de 50 por cento sobre a inscrição na cura ou termalismo terapêutico sendo os preços praticados de época baixa. No bem-estar termal todos os programas e práticas termais beneficiam de um desconto de 50 por cento.
    V.C.: Existem parcerias ou protocolos com outras instituições?
    P.A.: Temos parcerias estabelecidas com praticamente todas as unidades de alojamento no que concerne à possibilidade dos nossos termalistas aí encontrarem melhores preços, bem como as unidades hoteleiras poderem usufruir dos serviços termais em programas específicos para incluírem nas suas ofertas aos clientes oferecendo um produto integrado.
    Pretendemos que as Termas sejam cada vez mais reconhecidas pelos flavienses como uma unidade termal que permite não só tratar e prevenir problemas de saúde relacionados com as patologias respiratórias, músculo-esqueléticas, do aparelho digestivo e cardio-circulatórias, mas também preservar a qualidade de vida, na ótica do bem-estar termal. Neste sentido, mesmo antes do seu encerramento, iniciamos contatos com todas as Juntas de Freguesia do concelho, no sentido de alargar a toda a população o acesso com benefícios que lhes permitam em condições mais vantajosas frequentar este complexo de referência nacional. As Juntas de Freguesia que pretendam celebrar um protocolo com as Termas e ainda não o tenham feito poderão manifestar essa mesma intenção.
    Com outros agentes turísticos para já não dispomos de quaisquer parcerias, mas estamos certamente recetivos para que tal se possa vir a concretizar noutros setores de atividade, desde que seja reconhecida a sua mais-valia, para aumentarmos a qualidade percebida e reconhecida pelos nossos clientes.
    V.C.: A buvete é outro espaço ligado às Termas e que ainda está encerrado ao público. Quando é que reabre?
    P.A.: Estamos a ultimar algumas pequenas intervenções, que serão breves, prevendo-se a sua abertura dentro de 15 dias.
    V.C.: Tendo em conta que, durante mais de um ano, os aquistas não puderam usufruir do complexo termal… que plano de divulgação está ser seguido pela empresa municipal a fim de recuperar esses e atrair novos aquistas?
    P.A.: A estratégia assenta sobretudo na divulgação e promoção do complexo termal na comunicação social, nomeadamente a passagem de spots num canal de televisão generalista e nas redes sociais, permitindo um alcance alargado e generalizado junto de diferentes targets.
    Foram já iniciados esforços de promoção desde o início do ano com presenças conjuntas através da Eurocidade Chaves-Verín ou do espaço disponibilizado no Porto e Norte de Portugal, em Feiras como a FITUR (Madrid), BTL (Lisboa), Xantar (Ourense). Através de projetos internacionais aos quais estamos associados foi possível ainda marcar presença em Berlim, na ITB. Pelo facto de sermos membro associado da ATP – Porto Convention Bureau este é ainda outro meio de promoção ao nosso alcance em todos os destinos em que se encontram representados
    V.C.: Com o encerramento das Termas, os termalistas que vinham até cá tiveram de escolher outros destinos para fazer os tratamentos. Existe o receio de os termalistas não regressarem a Chaves?
    P.A.: Estamos em crer que os nossos termalistas reconhecem a qualidade das nossas águas termais e do complexo termal, pelo que certamente voltarão a Chaves para receber os seus tratamentos termais e retemperarem as suas energias. Neste período de pausa houve termalistas que procuraram outros destinos, mas muitos preferiram aguardar pela abertura das Termas de Chaves. Aqueles que procuraram outros destinos poderão também ser veículo da oferta de qualidade do balneário termal de Chaves e trazerem consigo termalistas de outras termas.
    Pela amostra desta primeira semana de funcionamento, estamos convictos que para além dos termalistas que nos visitavam, iremos ter um acréscimo de novos termalistas especialmente no Bem-Estar.
    V.C.: Qual a capacidade total do complexo termal?
    P.A.: O balneário termal tem capacidade para, diariamente, receber cerca de 500 termalistas em ocupação plena de tratamentos de cura e bem-estar termal.
    V.C.: Combater a sazonalidade e manter as Termas abertas ao longo do ano é outro dos objetivos …
    P.A.: Com esta nova perspetiva de abordagem ao setor do turismo de saúde e sendo as Termas de Chaves um pilar estratégico para o desenvolvimento do concelho faz todo o sentido que seja possível manter uma das alas do complexo termal em funcionamento durante todo o ano, em função da procura.
    V.C.: Quantos postos de trabalho foram criados com a reabertura das Termas?
    P.A.: Atualmente, após a abertura das Termas, já criamos 16 postos de trabalho sazonais perspetivando-se alcançar os 60 postos na época alta, com o previsível aumento de termalistas.
    V.C.: Tendo em conta os prejuízos adjacentes ao encerramento das Termas na economia local e agora com a reabertura das Termas…quais é que são as perspetivas?
    P.A.:A reabertura das Termas de Chaves permitirá restabelecer as dinâmicas existentes até ao seu encerramento, com os termalistas a passarem temporadas em Chaves e a ocuparem novamente as unidades hoteleiras, usufruírem da qualidade inegável da nossa gastronomia nos restaurantes e consumirem no comércio tradicional.
    Perspetiva-se que o renovado complexo atraia novos turistas-termalistas, sendo que o fluxo de visitantes à cidade poderá aumentar e por conseguinte ser possível reverter a curto prazo os prejuízos verificados.
    V.C.: O complexo termal é um dos principais ex-libris da cidade e um dos espaços que mais orgulha os flavienses. Acha que com a sua reabertura a identidade flaviense foi reposta?
    P.A.: A identidade flaviense nunca esteve em causa porque felizmente, para além das Termas, temos também um riquíssimo património arquitetónico, natural, gastronómico, entre outros.
    As Termas permitem, sem sombra de dúvida, equilibrar e aumentar esta oferta que agora fica completa e enriquecida e pronta para receber com uma dignidade acrescida os nossos turistas.
    A qualidade terapêutica das nossas águas, aliada ao espaço onde se insere o balneário termal, tornam-no um dos melhores balneários termais do país e mesmo da Europa.

    http://diarioatual.com/?p=211807

  • 09.10.13

    Vão ser investidos 3,5 milhões de euros para modernizar os dois balneários do complexo termal. As obras começam em novembro e devem prolongar-se até ao verão, contra a vontade de alguns comerciantes da cidade.

    Veja aqui o vídeo…

  • 30.09.13

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    Na sequência do estudo que o Município contratualizou com a Inovapotek – Pharmaceutical Research and Development, para avaliação do potencial das águas termais na criação de produtos cosméticos, as Termas de Chaves receberam já as primeiras amostras da linha de produtos cosméticos, elaborados à base de água termal, que estão neste momento em avaliação. 

    O estudo visa valorizar e aproveitar um recurso fundamental no concelho – a água termal -, que é uma âncora de desenvolvimento económico local. A intenção do Município é possuir conhecimentos suficientes para, de futuro, se iniciar a produção de cosméticos contendo a água termal de Chaves.

    Como resultado do estudo às características das águas das Termas, surgiram possíveis formulações, que se encontram já testadas, como por exemplo: loção hidratante, máscara hidratante, creme protetor regenerador e creme anti-rugas reafirmante.
    Enquadrado nas ações previstas para o Centro de Desenvolvimento Turístico Termal e de Investigação da Água, o presente estudo foi financiado a 75% por fundos comunitários.

    O projeto POCTEP – Euroregião Termal e da Água, ao abrigo do programa de cooperação transfronteiriça Espanha-Portugal 2007-2013, insere-se no âmbito do Centro de Desenvolvimento Turístico Termal e de Investigação da Água.

  • 21.02.13

    CAMPANHA_PRIMAVERA_2013

    As Termas de Chaves – Spa do Imperador marcam o início de mais uma época termal com uma Campanha de Primavera, com 50 por cento de desconto nos tratamentos sobre o preço de tabela, de termalismo terapêutico, com indicações para o tratamento de doenças reumáticas e músculo-esqueléticas, das vias respiratórias e do aparelho digestivo.

    Esta campanha decorre desde o dia de abertura do balneário, 18 de fevereiro, até dia 30 de março. Além desta campanha, os aquistas também poderão beneficiar de vantagens financeiras nos Programas de bem estar-termal, entre os quais o “Vigor”, “Relaxante”, “Em forma” e o programa “Anti-stress”, todos eles com preços reduzidos durante este período. A validade após aquisição é de 6 meses.

    As Termas de Chaves são um complexo termal onde se pode usufruir dos benefícios da sua quente e enriquecida água termal selecionando um conjunto de tratamentos desenhados para recuperar o corpo e acalmar a mente.

  • 21.01.13

    TERMAS_RR

    Dois novos projectos vão avançar este ano nas termas de Chaves e Vidago, num investimento superior a seis milhões de euros.

    As Termas de Chaves são a principal fonte de atracção de aquistas à região. Com mais de cinco mil utentes por ano, são a principal aposta da autarquia para desenvolver o concelho. Este ano, vão ser investidos mais de seis milhões de euros no complexo termal de Chaves e Vidago para fazer da região o grande destino termal português.

    As Termas de Chaves têm uma tradição milenar que remonta ao Império Romano. Com águas indicadas não só para tratamentos de doenças reumáticas, osteoarticulares, do aparelho digestivo e das vias respiratórias, mas também para tratamentos de manutenção, recuperação física e de beleza, estas águas são consideradas as mais quentes da Península Ibérica e as águas bicarbonatadas sódicas mais quentes da Europa, com uma temperatura à nascente de 73 graus durante todo o ano.

    Apesar de muito procuradas, no último ano foram registadas quebras a nível de aquistas e de facturação, afirma Paulo Alves, responsável pela empresa municipal que gere o complexo termal. Há quem venha às Termas de Chaves simplesmente pelo bem-estar, mas a componente terapêutica continua a ser a mais procurada, explica diz Paulo Alves.

    A aposta estratégica da autarquia passa, precisamente, por desenvolver o termalismo e através deste sector atrair turistas. António Cabeleira, vice-presidente da Câmara de Chaves, dá a conhecer dois novos projectos a concretizar este ano para as Termas de Chaves e outro para Vidago, investimentos que vão ultrapassar os seis milhões de euros.

    O sector do termalismo, que traz anualmente mais de cinco mil pessoas a Chaves e o que mais peso tem na economia do concelho, continua, assim, em franco desenvolvimento. É assumido pela autarquia como a grande aposta do desenvolvimento concelhio, uma vez que quer fazer de Chaves o grande destino termal português.

     

    http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=30&did=93383

  • 11.12.12

    Após uma década dedicada à requalificação do parque termal nacional, a Associação das Termas de Portugal quer reforçar a promoção nos mercados interno e externo, mas apela ao “reconhecimento do termalismo em Portugal” pelo Ministério da Saúde.
    Em declarações à agência Lusa, no âmbito do seminário “Turismo de Saúde e Bem-Estar: Oportunidades nos mercados internacionais”, que hoje decorre nas Termas de São Pedro do Sul, a presidente da associação assumiu o objetivo de “reforçar o mercado interno” e de colaborar no “desafio de venda de Portugal como destino turístico”, nomeadamente na área do turismo de saúde e bem-estar.

    Como mercados prioritários a nível internacional, Teresa Vieira apontou o alemão — a focar hoje no seminário como muito importante também ao nível do `benchmarking` — o espanhol (pela proximidade) e os países oficiais de língua oficial portuguesa (PALOP). Atualmente, mais de 95% dos utentes termais são portugueses.

    A este propósito, considerou, contudo, ser “muito importante que se clarifique o reconhecimento do termalismo em Portugal, desde logo pela tutela”, que é o Ministério da Saúde.

    É que, explicou, a nova diretiva europeia (2011/24/UE) sobre cuidados de saúde transfronteiriços irá “favorecer a internacionalização”, ao permitir a qualquer cidadão da União Europeia realizar os seus tratamentos em países que tenham sistemas de reembolso no termalismo, mas Portugal ficará automaticamente de fora desta corrida se não forem repostas as comparticipações públicas nesta área.

    “É importante para nós que se clarifique o reconhecimento do termalismo em Portugal para que isso não resulte num entrave numa perspetiva das regras de reciprocidade da diretiva”, explicou Teresa Vieira.

    Isto porque, recordou, desde agosto de 2011 que o Serviço Nacional de Saúde (SNS) deixou de comparticipar os tratamentos termais, o que se refletiu numa quebra de 10% da procura nesse ano, precisamente “concentrada nos dois últimos trimestres”.

    “Não é que nem a comparticipação, nem o impacto no orçamento da saúde fosse muito grande (rondava os 500 milhões de euros por ano), mas o facto é que teve efeito nos nossos públicos tradicionais de termas e, sobretudo, teve um efeito psicológico pejorativo, porque deu a imagem de que a nossa saúde não olha para o termalismo como uma prática importante e com eficiência clínica”, sustentou.

    Já numa “perspetiva de atração de investimento estrangeiro”, a presidente da associação nota que “será um bocadinho difícil convencer um investidor estrangeiro a investir em Portugal quando o próprio proprietário deste recurso não o reconhece quando chega a altura de o ver como uma alternativa terapêutica”.

    Na sequência do fim da comparticipação do SNS, Teresa Vieira diz ter-se gerado a algo “ridícula” situação de “emigrantes suíços e franceses que vêm a Portugal e levam a documentação para serem comparticipados pelos sistemas de saúde desses países, mas o mesmo não acontecer com os portugueses residentes em Portugal”.

    “Consideramos que o turismo de saúde e bem-estar é uma das áreas com potencial em Portugal e com uma forte possibilidade de quebra de sazonalidade e achamos que as entidades responsáveis pelo setor — a Direção-geral de Geologia e Energia, a Direção-geral de Saúde e o Turismo de Portugal — têm que criar sinergias e olhar para o impacto que as termas têm na quebra das assimetrias e no desenvolvimento das zonas de interior”, sustentou Teresa Vieira.

    Na sua opinião, “comparando com outros produtos turísticos estratégicos, claramente o termalismo não tem tido nem o destaque, nem o apoio que se justificam face ao seu posicionamento”.

    Fonte: Lusa

     

    Turisver – 05.12.2012
    Associação Termas de Portugal promove seminário sobre oportunidades do mercado alemão
    Link – http://www.turisver.com/article.php?id=59274

     

    RTP – 06.12.2012
    Associação das Termas de Portugal apela ao “reconhecimento do termalismo” pelo Ministério da Saúde
    Link – http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=609328&tm=6&layout=121&visual=49

     

    Expresso – 06.12.2012
    Associação das Termas de Portugal apela ao “reconhecimento do termalismo” pelo Ministério da Saúde
    Link – http://expresso.sapo.pt/associacao-das-termas-de-portugal-apela-ao-reconhecimento-do-termalismo-pelo-ministerio-da-saude=f771844

     

     

    Rádio Renascença – 06.12.2012
    Termas podem ser boa aposta. Associação pede reconhecimento ao Governo
    Link – http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=31&did=87969

     

    Dinheiro Digital – 06.12.2012
    Associação das Termas apela ao «reconhecimento do termalismo» pela Saúde
    Link – http://dinheirodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=6&id_news=191604

     

     

    Actualidades – 07.12.2012
    Associação das Termas quer “reconhecimento” da atividade
    Link – http://noticias.portugalmail.pt/artigo/20121207/associacao-das-termas-quer-reconhecimento-da-atividade

     
     

  • 08.11.12

    Governo aposta no setor de termalismo para atrair turistas.

  • 05.11.12

    As Termas de Chaves – Spa do Imperador vão promover uma Campanha de Outono, de 1 de novembro a 15 de dezembro. Esta promoção contempla um desconto de 50 por cento sobre a tabela base (acumulável com descontos protocolados) para os tratamentos de termalismo terapêutico, nomeadamente o tratamento de doenças reumáticas e músculo-esqueléticas, das vias respiratórias e do aparelho digestivo.

    Os Programas de bem estar-termal, entre os quais o “Vigor”, “Relaxante”, “Em forma” e o programa “Anti-stress”, também têm um preço reduzido durante este período, com uma validade de 6 meses, podendo ser adquiridos, inclusive, como vouchers de oferta para um Natal mais saudável.
    Prepara-se para o inverno fazendo termas no outono!

  • 15.10.12

    Reconhecendo a importância do termalismo, essencial ao desenvolvimento económico local, o Município deu o primeiro passo no âmbito de um estudo de cosmetologia que tem como finalidade avaliar o potencial das águas termais, bem como potenciar o desenvolvimento de produtos para aplicação cosmética ou outras que se revelem interessantes. O presente estudo, enquadrado nas ações previstas para o Centro de Desenvolvimento Turístico Termal e de Investigação da Água, deve estar concluído, previsivelmente no prazo máximo de oito meses.

    Com o progresso do estudo na área da cosmetologia será possível obter formulações para o desenvolvimento de produtos à base de água das Termas de Chaves, bem como a realização de ensaios que permitam o controlo de qualidade e provar a eficácia e segurança dos ingredientes nos produtos cosméticos. O projeto POCTEP – Euroregião Termal e da Água, ao abrigo do programa de cooperação transfronteiriça Espanha-Portugal 2007-2013, insere-se no âmbito do Centro de Desenvolvimento Turístico Termal e de Investigação da Água.